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Mostrando postagens de julho, 2017
  “ Um dia você aprende que…” Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se c...
A lenda da Cuca e a lenda do Bicho-Papão Bicho-papão O Bicho-papão está presente no imaginário de todas as crianças brasileiras. Desde pequenos ouvimos falar de um suposto monstro que aterroriza as crianças malcriadas e mal-educadas. Esse “monstro” tem uma aparência assustadora e aparece no quarto das crianças desobedientes. Ele fica embaixo da cama, atrás da porta ou dentro do armário para assustá-las enquanto elas dormem. Além disso, ele come as crianças teimosas e daí surge seu nome (do verbo papar). Em algumas versões da lenda, ele permanece no telhado das casas, analisando o comportamento das crianças da residência. Em relação à sua aparência não há um consenso. Para alguns é um monstro muito grande e gordo com os olhos vermelhos, enquanto que para outros, ele possui formas que se aproximam da Cuca. Há ainda algumas versões onde ele tem o poder de mutação e assim, se transforma em diversas formas animais. O bicho-papão é confundido com a Cuca , Ela é uma bruxa velha...
A história do Negrinho do Pastoreio negrinho do pastoreio é um personagem do folclore brasileiro muita conhecido na região sul do país. De origem africana e cristã, a lenda do negrinho do pastoreio surgiu provavelmente no século XIX. Ainda no tempo da escravidão no país, reza a lenda que essa personagem foi um pequeno escravo que sofreu muito com os maus tratos de um fazendeiro. Num determinado dia, o senhor pediu-lhe que cuidasse de alguns cavalos, porém um deles acabou fugindo. Quando retornou, seu dono sentiu falta de um dos cavalos, denominado Baio e, com isso, resolveu castigar o negrinho. Após sair em busca do cavalo perdido, o negrinho chega a encontrá-lo, porém, não conseguiu capturá-lo. Dessa maneira, o senhor resolve castigar o garoto com muitas chibatadas e, além disso, lança-o num formigueiro. Perto da morte, o fazendeiro resolve deixar o garoto ali no formigueiro, certo de que já estava morto. Entretanto, no dia seguinte, o próprio fazendeiro se depara com o gar...
A lenda do Boitatá Esse personagem folclórico é representado por uma grande serpente de fogo. Ele protege os animais e as matas das pessoas que lhe fazem mal e principalmente, que realizam queimadas nas florestas. Na narrativa folclórica, essa serpente pode se transformar num tronco em chamas com o intuito de enganar e queimar os invasores e destruidores das matas. Acredita-se que a pessoa que olhar o Boitatá torna-se cega e louca. O Boitatá é uma lenda do folclore brasileiro. Ele é representado por uma grande cobra de fogo. Sua origem é indígena e a lenda foi criada pelo padre jesuíta José de Anchieta, em meados dos anos 1560. O Boitatá foi criado a partir de uma lenda em que diz que, em um dado momento da história, o sol se foi e as matas ficaram na escuridão total e inundadas de fortes chuvas. Com isso, o ciclo de vida foi sendo modificado e muitos animais acabaram morrendo. Entre os pouquíssimos animais que continuaram vivos, há a história de uma cobra. Essa cobra, já se...
Mula sem cabeça Mula sem cabeça é uma lenda que provavelmente teve sua origem nos povos da Península Ibérica, trazida para a América pelos portugueses e espanhóis. No Brasil, a lenda se espalhou na área rural, na zona canavieira do Nordeste e no interior do Sudeste do país. No folclore mexicano, a lenda da mula sem cabeça é conhecida como Marola. Na Argentina, ficou conhecida com o nome de Mula Anima. Existem outras versões para a origem da mula sem cabeça. Conta-se que, se uma mulher dormir com o namorado antes do casamento pode se enfeitiçada e virar uma mula sem cabeça. Essa versão está ligada às tradições das famílias que buscavam o controle dos relacionamentos amorosos de suas filhas. Era uma forma de mantê-las dentro dos padrões morais da época. Diz a lenda que toda mulher que mantivesse ligações amorosas com um padre, seria castigada e transformada em mula sem cabeça. Essa lenda tem um cunho moral e religioso, onde se pretendia intimidar as mulheres que procuravam manter ...
A lenda do Saci e a lenda do fogo corredor Saci-Pererê O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil. O saci possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca. Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico. Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo, e ganhou da mitologia européia um gorrinho vermelho. A principal característica do saci é a travessura, ele é muito brincalhão, diverte-se com os animais e com as pessoas. Por ser  muito moleque ele acaba causando transtornos, como: fazer o feijão queimar, esconder objetos, jogar os dedais das costureiras em buracos e etc. Segundo a lenda, o Saci está nos redemoinhos de vento e pode ser capturado jogando uma peneira sobre os redemoinhos....
Lenda da Condessa Elizabeth Bathory Considerada uma das serial killers mais notórias da História, Condessa Elizabeth Bathory assassinou uma quantidade incontável de pessoas – acredita-se que sua contagem seja superior a cem. Ela recebeu sua casa como um presente de casamento, e a transformou em um matadouro privado. As histórias do reinado de terror da Condessa de Sangue viajaram por toda a Hungria no início da década de 1600. Em 1610, o Rei Mattias II enviou György Thurzó para investigar. Ele descobriu que as vítimas iniciais da mulher eram filhas de camponeses locais, tentadas para o castelo em busca de uma oferta de trabalho. Mais tarde, ela começou a tirar a vida das filhas dos lordes de menor nobreza, que eram enviadas para aprender etiqueta. Bom, não era isso que acontecia. Elas foram brutalmente torturadas, com mordidas profundas nos rostos e braços. Rumores também apontam que a Condessa se banhava no sangue de suas vítimas, acreditando que iria mantê-la jovem. Como resultado...
A lenda da Besta de Gevaudan A partir de 1764, pelo menos uma besta com pelagem vermelha e preta, grandes dentes e garras afiadas, aterrorizou a região de Gévaudan, da França. Ao longo de um período de três anos, esta criatura matou entre 60 a 100 pessoas e feriu pelo menos mais trinta. As presas preferidas da criatura eram crianças e fazendeiros. Curiosamente, seus ataques eram predominantes nas cabeças e pescoços das vítimas, em vez dos braços e pernas, como normalmente fazem os lobos. Em 1765, após a besta descaradamente atacar um grupo de sete soldados, o rei Luís XV interveio e enviou o caçador de lobo profissional Jean Charles d’ Enneval e seu filho Jean-François para encontrar e matar a criatura. Eles teriam ferido o animal, mas acreditaram que estava morto. Em 1766 os ataques recomeçaram, e só foram encerrados em 1770, quando um agricultor conseguiu acertar sua cabeça. Relatos posteriores declaram que Chastel utilizou uma bala abençoada de prata.
A lenda do Lobisomem O Lobisomem é um dos monstros folclóricos mais tradicionais e mais conhecidos do mundo fictício, pois sempre foi tema de livros e filmes de terror. Quem nunca ouviu falar no homem que se transforma em lobo durante as noites de lua cheia!? Lobisomem é um ser lendário em que um homem pode se transformar em uma espécie de mistura de lobo com homem em noites de lua cheia, que só retorna ao normal, na forma humana ao amanhecer. Tal miscigenação trouxe grandes poderes para o Lobisomem, pois geralmente eles são rápidos, resistentes e dotados de muita força. E como quase qualquer outro monstro, ele também possui um ponto fraco, a prata! Apenas artefatos feitos à base de prata, podem causar danos reais e críticos para detê-los. Sua origem e sua lenda é muito antiga, pois os primeiros registros encontrados sobre a criatura, foram na Mitologia Grega. Segundo a Mitologia, quem criou o Lobisomem foi Zeus, o Deus mais poderoso de todos os deuses mitológicos! O homem azarã...
A fantástica cidade fantasma do ano 3.000 no triângulo Amazônico No meio da selva amazônica brasileira em meio a um triângulo imaginário formado pelas cidades de Porto Velho, Manaus e Santarém, aparece uma cidade futurística. É constantemente avistada uma gigantesca e fantástica cidade, já apelidada pelos pilotos como a cidade de Buck Rogers ou ainda a cidade do ano 3000! Muitos pilotos que já sobrevoaram a misteriosa e densa floresta amazônica relataram ter visto uma cidade gigantesca que apelidaram de cidade de Buck Rogers ou ainda a cidade do ano 3000. Essa coisa assombrosa possui edificações cilíndricas e outras em forma de cúpulas com estranhas vias de acesso espiraladas. Segundo aqueles diversos profissionais do ar que a viram, inclusive um dos pilotos que serviu como testemunha, disse que é qualquer coisa de ser perder o fôlego, já que até mesmo os mais custosos filmes de ficção científica pareceriam meros desenhos animados diante daquela cidade maravilhosa. É uma ...
Iara, a sereia do rio Amazonas Iara é uma lenda do folclore brasileiro. Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. A Iara costuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistível, desta forma os homens que a veem não conseguem resistir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de cegar quem a admira e levar para o fundo do rio qualquer homem com o qual ela desejar se casar. Os índios acreditam tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer. Segundo a lenda, Iara era uma índia guerreira, a melhor da tribo, e recebia muitos elogios do seu pai que era pajé. Os irmãos de Iara tinham muita inveja e resolveram matá-la à noite, enquanto dormia. Iara, que possuía um ouvido bastante aguçado, os escutou e os matou. Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu. Seu pai, o pajé da tribo, realizou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la, como punição pelas mortes a jogou no enc...
Lenda do Curupira O Curupira é um personagem do folclore brasileiro, Curupira é um anão, com os pés virados para trás, cabelos de fogo e olhos arregalados, que mora na floresta e faz travessuras. O curupira proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória. Esse anão fica bravo quando homens e caçadores aparecem em nossas matas para eliminar os animais e vender suas peles, destruir a vegetação, derrubar árvores, fazer queimadas, etc. O Curupira não consegue ficar vendo tamanha destruição sem fazer nada. Com isso, apronta travessuras, pregando peças nesses homens. Ele solta assovios altos e finos, como uivos dos lobos; faz barulho chacoalhando galhos das plantas e atira pedras. A maior travessura do Curupira é fazer com que os destruidores da natureza se percam nas florestas, não conseguindo mais sair. Isso acontece porque o Curupira tem os pés voltados para trás e os ca...
A lenda do Boto cor-de-rosa A lenda do Boto é de origem indígena e faz parte do folclore brasileiro da região amazônica, no Norte do País. Diz a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios amazônicos nas noites de festa junina. Consegue se transformar em um lindo, alto e forte jovem vestido com roupa social branca. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande. Ele vai às festas e bailes noturnos em busca de jovens mulheres bonitas. Com seu jeito galanteador e falante, o boto aproxima-se das jovens desacompanhadas, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte se transformar no boto novamente. O boto é considerado amigo dos pescadores da região amazônica. De acordo com a lenda, o boto ajuda os pescadores durante a pesca, e conduzir em segurança as canoas durante as tempestades. Ele também ajuda a salvar pessoas que estão se afogando, tirando-as do rio. A le...
Os Biscoitos Uma senhora, de regresso de uma longa viagem pela Europa, verificou que teria um tempinho livre no aeroporto. Pagou uma xícara de café e um pacotinho de biscoitos e se dirigiu, cambaleante, carregada da bagagem, para uma mesa desocupada. Estava lendo o jornal da manhã quando notou alguém fazendo um barulhinho junto à mesa. Por trás do jornal ficou abismada ao ver um jovem bem vestido, servindo-se descaradamente do pacote dela. A senhora não queria criar caso, e por isso inclinou-se e tirou um biscoito para ela. Passou-se um minuto mais ou menos. Novos barulhinhos: era ele que pegava outro biscoito. Quando chegaram ambos ao último biscoito do pacote, ela estava irritadíssima, mas continuava sem coragem para protestar. Então o rapaz partiu em dois o biscoito restante, estendeu a metade para ela, comeu a outra e retirou-se. Algum tempo depois, quando os alto-falantes a chamaram para apresentar sua passagem, ela ainda se sentia uma fera. Pois imagine o seu constrangimento q...
O Baú Um homem, viúvo e idoso, vivia sozinho. Mesmo tendo trabalhado muito durante sua vida, agora já não podia trabalhar mais e o dinheiro estava no fim. Tinha três filhos homens, mas, já casados, estavam ocupados demais com suas famílias e quase não tinham tempo para visitá-lo. Sentia-se cada vez mais fraco e as visitas dos filhos eram cada vez mais espaçadas. “Eles não querem que eu me converta num peso para eles” - pensava. Certa noite, preocupado pelo seu futuro, teve uma idéia. Na manhã seguinte chamou um amigo carpinteiro, e pediu-lhe que lhe fizesse um baú imitando os antigos baús de tesouro, com uma fechadura também de estilo antigo. Depois foi visitar outro velho amigo que era vidreiro e lhe pediu todos os pedaços de vidro que não lhe servissem. O ancião quebrou mais ainda os pedaços de vidro, encheu o baú com eles, fechou-o e o colocou no fundo do armário da cozinha onde guardava pratos, talheres, etc... Um dia, em que seus filhos vieram jantar com ele, quando o ajudava...
As Bananas Um peregrino resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal. Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge, sorrindo, sentado num dos bancos. - Por que o senhor sorri ? - perguntou ao monge. - Porque entendo o significado das bananas - disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro. - Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo, agora é tarde demais. Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde. Mostrou-a e tornou a guardá-la. - Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo - disse. Finalmente, tirou uma banana madura, descascou-a, e dividiu-a com o peregrino, dizendo : - Este é o momento presente. Saiba vivê-lo sem medo. Lenda Oriental
A árvore dos problemas Certo homem contratou um carpinteiro para ajudá-lo a consertar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou. A serra elétrica quebrou. Cortou o dedo. E ao final do dia, o seu carro não funcionou. O fazendeiro ofereceu-lhe uma carona para casa. Durante o caminho, o carpinteiro, naturalmente aborrecido, não falou nada. Ao chegarem a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa. Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o fazendeiro perguntou: - Po...
Arriscar se Estava andando pela rua, uma tarde, quando o sol estava se pondo e a luz já estava baixa. De repente, ouvi uns gritos meio apagados, vindo por trás de uns arbustos. Alarmado, eu andei mais devagar para escutar e entrei em pânico quando percebi que o que eu estava ouvindo eram os ruídos de batalha indiscutível. Entre o ruído do tráfego e de uma fábrica, eu podia ouvir que uma mulher estava sendo atacada por um homem, a poucos metros de onde eu estava. Deveria intervir? Eu estava muito preocupado com minha segurança e me amaldiçoei por ter pensado em continuar caminhando para casa naquela noite. Se tentasse intervir, poderia converter-me em uma parte das estatísticas de homicídios. Deveria correr para o telefone mais próximo e chamar a polícia? Embora a duração dos meus pensamentos me tenha parecido uma eternidade, apenas tinham passado alguns segundos. Percebi que os gritos da menina estavam ficando mais fracos. Eu sabia que tinha que agir rápido. Não sou um homem coraj...
Ajuda Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia movê-lo nem um centímetro. O pai, que estava chegando, parou para observar os esforços vãos do filho. Finalmente perguntou: - Filho, está usando toda a sua força? - Sim, estou! - gritou o garoto, esgotado. - Não! - disse calmamente o pai. - Você não está. Não me pediu para ajudá-lo. Lenda Oriental Beijinhos Um dia, o pai gritou com sua filhinha de 3 anos, por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, por isso o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: - Isto é para você, paizinho! Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gri...
Meu primeiro emprego Meu primeiro emprego foi difícil: professora da turma mais jovem numa escola. Eram 25 crianças de 5, 6, 7 e 8 anos, e cada uma tinha direito à atenção individual. Uma tarde o diretor da escola entrou na sala de aula e me entregou meu contracheque. Uma criança, curiosa, perguntou para que era e expliquei que aquilo me permitiria tirar meu salário do banco. - Assim como seus pais recebem o dinheiro pelo trabalho que fazem - disse eu. - Mas, professora - indagou Rogério - onde é que a senhora trabalha? Está sempre conosco! Onde está Deus? Um menino de apenas 8 anos, estava respondendo muito bem a todas as perguntas que lhe fazia o vigário da paróquia que estava visitando a Escola. Um funcionário da Escola, que parou na porta da sala de aula, ao ouvir o menino respondendo com tanta segurança, disse-lhe: - Eu lhe darei um bombom se me disser onde Deus está. O menino virou-se para ele e lhe respondeu; - E eu lhe darei dois bombons, se me disser onde Deus não...
História do livro A história do livro Começa na Antiguidade, com o surgimento da escrita e, mais tarde, do papiro (que originou o termo livro), do pergaminho e do códice (quando se começou a pensar no livro como objeto). Na Idade Média, o livro sofre, na Europa, as conseqüências do excessivo fervor religioso, e passa a ser considerado um objeto de salvação. Apareceram nessa época os textos didáticos, destinados à formação dos religiosos. O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco, pontuação no texto e letras maiúsculas. Surgem também os índices, sumários e resumos. Na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente, aparecem livros em línguas nacionais, rompendo com o monopólio do latim na literatura. E o papel passa a substituir o pergaminho. Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consi...
Amor eterno Um homem bastante idoso procurou uma clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso. Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa, e ele disse que precisava ir a um asilo de velhos tomar o café da manhã com sua mulher, que estava internada lá há bastante tempo. Sua mulher sofria do mal de Alzheimer em estágio bastante avançado. Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato de ele estar atrasado. - Não - disse ele - ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece... Intrigado, o médico perguntou-lhe: - Mas, se ela já nem sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs? O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse: - É verdade. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem ela É. Enquanto o velhinho saía apressado, o jovem médico sorria emocionado e pensava: “...